segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

biologia

Poriferos
O filo Porífera é constituído por animais pluricelulares que apresentam poros na parede do corpo. São conhecidas cerca de 5 mil espécies de poríferos, todos aquáticos. Eles são predominantemente marinhos (minoria em água doce), sendo encontrados desde o nível das praias até uma profundidade de 6 mil metros.
Os poríferos são animais sésseis, fixando-se sobre rochas, conchas, etc. Apresentam formas variadas, sendo assimétricos ou de simetria radial. As maiores esponjas medem 2 metros, mas há espécies minúsculas de l mm. Embora pluricelulares, os poríferos têm uma estrutura corporal diferente dos demais metazoários. As suas células possuem um certo grau de independência e não se organizam em tecidos. A parede do corpo é constituída por 2 camadas celulares. A camada externa é formada por células achatadas (pinócitos). Entre os pinócitos, há células maiores e alongadas que se estendem desde a parede externa até a parede interna. São os porócitos, células que possuem um canal em seu interior, que permite a entrada de água do exterior para a espongiocela, através da abertura chamada óstio.
A camada interna é formada por células flageladas providas de um colarinho, formação membranosa que envolve o flagelo. Essas células, chamadas coanócitos, revestem a esponjiocela ; o batimento de seus flagelos faz com que a água existente em seu interior da cavidade saia pelo ósculo. Entre as camadas internas e externas há uma mesênquima gelatinosa, nas quais se encontram células e espículas. As células são dotadas de movimentos ameboides e por isso são denominadas amebócitos.
Cnidários
Cnidários são animais aquáticos radialmente simétricos com uma extremidade do corpo exibindo uma boca circundada por tentáculos. A boca é a única abertura para a cavidade intestinal. Os cnidários apresentam-se em duas formas, a medusa, a qual representa uma adaptação à existência pelágica e o pólipo que representa uma adaptação à existência bentônica fixada. Organização colonial desenvolveu-se em muitos grupos polipóides. Cnidários são primitivos por não possuírem órgãos, por não apresentarem células epiteliais e musculares completamente diferenciadas, e pela origem essencialmente diploblástica do corpo do adulto.
A parede do corpo consiste de uma epiderme externa, uma gastroderme interna e uma mesogléia entre as duas. Esta última pode ser fina ou espessa, celular ou acelular. Uma estereogástrula ciliada de vida livre, chamada plânula, ocorre no ciclo vital da maioria dos cnidários.
A maioria alimenta-se de zooplâncton embora alguns utilizem animais maiores e outros ainda alimentam-se de material suspenso finamente particulado. A presa é capturada pelos tentáculos e imobilizada por células explosivas chamadas cnidócitos as quais são peculiares a este filo. A digestão é inicialmente extracelular e depois intracelular,
Os neurônios são usualmente arranjados como uma rede nervosa na base das camadas epidérmica e gastrodérmica e a transmissão de impulsos tende a ser radiante, As junções sinápticas são normalmente não-polarizadas.
Molusculos
Os moluscos são animais de corpo mole, viscoso, não segmentado, sem apêndices articulados, triblásticos, com uma cavidade geral (celoma), simetira bilateral, dividindo em três partes: cabeça, pe e massa visceral. Geralmente apresentam uma concha calcarea.

Sistema tegumentário

Esse animais possuem epitélio simples, as vezes ciliado e muito rico em células glandulares, cujas secreção torna o tegumento úmido e mole. A parte do tegumento que recobre a massa visceral forma uma dobra, chamada manto ou pallium, que secreta a concha. Chama-se cavidade pateleal ao espaço compreendido entre o manto e a superfecie do corpo (nessa cavidade se aloja o aparelho respiratório dos moluscos).
A concha consiste em uma camada orgânica externa (periostraca); uma camada media (primastica) constituída por cristais prismaticos de aragonia e uma camada interna ( nacarada), lisa e brilhante, conhecida como madrepérola.
A concha pode ser univalve, quando formada por uma so peça (caramujos e caracis), e bivalve, quando formada por duas peças, que se adaptavam e articulam (ostras e mariscos).

Sistema respiratório

A respiraçao pode ser: cutânea, branquial e pulmonar. As bransquiasa estão alojadas na cavidade paleal. A respiração pulmonar ocorre em gastrópodes terrestres (caracóis); os pulmões são constituídos por um sistema de vasos sanguineos muito ramificados que se sepalham no teto da cavidade pateleal a há uma comunicação com o exterior através de um orifício chamado pneumostoma.
Os pelecípodes são animais filtradores. A água cirdante que penetra na cavidade do manto carrega as partículas úteis são ingeridas pela boca.

Sistema digestorio

E do tipo completo e compreende: boca, faringe, esôfago, estomago,intestino e anus. Na parte basal da faringe musculosa há uma lamina quitnosa denominada radula, portadora de dentículos, dirigidos para trás e próprios para ralar os alimentos. E um órgão exclusivo dos moluscos e ausente na classe Pelecipodes. Tem como glândulas anexas, o fígado e as glândulas salivares.

Sistema circulatório

E do tipo laculanar. O coração tem posição dorsal, aparece no interior de uma cavidade pericardica e recebe o sangue proveniete dos órgãos respiratórios por intermédio de veias. Pode ter um ou dois átrios e um ventrículo, de onde o sangue e distribuídos aos tecidos. O sistema circulatório, apesar do desenvolvimento de arterias, veias e capilares, e sempre aberto, comunicando-se com lacunas sanguinas, situadas em vários órgãos.

Sistema excretor

A excreção é feita por irns (nefrideos modifcados), que retiram os excretas da cavbidade periférica e eliminam na cavidade pateleal, de onde passam para o exterior.

Sistema nervoso

E do tipo ganglionar, existindo 3 pares de gânglios nervosos: cerebroides, pediais e viscerais, os quais coordenam, respectivamente, as funções: sensórias, locomotora e vegetativa.
Os órgãos sensoriais são : estatocistos (equilíbrio), células tácteis, quimiorreceptoras e os olhos, muito desenvolvidos nos cefalóides.

Reprodução

Nos moluscos há casos de hermafroditismo, mas geralmente sao de sexos separados. Nos hermafroditas ocorre fecundação cruzada, como nos caracóis e caramujos que,que ao copularem, se estimulam mutuamente enterrando um no outro o “dardo do amor”. Alem disso, possuem uma gônada hermafrodita, a ovotestis. Essa glândula pode produzir espermatozóide e óvulos.
A copulação e recíproca; o pênis de cada caracol penetra na vagina do outro conjugante, transferido o esper matozoide. O desenvolvimento dos ovos é direto.

Localização

Vivem nos mais variados ambientes. Há espécies em terra úmida: caracóis, lesmas; marinhos, fixos em rochas, como ostras e mariscos; livres, no fundo sobre a areia, caramujos, que possuem espécies de água doce e de água salgada; de natação ativa: lulas e polvos. São facilmente encontrados nas praias, em rios e lagos ou no ambiente terrestre.
Astropodes
Os artrópodes agrupam mais de 800 mil espécies, quantidade que supera todos os demais filos reunidos. São adaptáveis em diferentes ambientes, tem uma grande capacidade de reprodução, é muito eficiente em suas funções naturais e no caso das abelhas, formigas e cupins tem uma perfeita organização social.
Os artrópodes são invertebrados que possuem patas articuladas, tem uma carapaça protetora externa, que é o seu esqueleto.
Ao crescer, eles fazem a muda que nada mais é do que abandonar o esqueleto velho e pequeno e fabricar outro, novo e maior. Este fenômeno ocorre várias vezes para que o animal possa chegar a fase adulta.
Os artrópodes, no entanto, não possuem apenas patas articuladas, mas sim todas as suas e extremidades, como as antenas e as peças bucais. Os seus membros inferiores são formados por partes que se articulam, ou seja, que se movimentam umas em relação às outras: os seus pés se articulam com suas pernas, que se articulam também com suas coxas, que também se articulam com os ossos do quadril.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTRÓPODES: Os artrópodes podem ser classificados em cinco classes principais, usando como critério o número de patas.

Nº de patas
Classe
Exemplos
6
Insetos
Barata, Mosquito
8
Aracnídios
Aranha, escorpião
10
Crustáceos
Camarão, Siri
1 par por seguimento.
Quilópodes
Lacraia
2 par por seguimento.
Diplópodes
Piolho de cobra
Equinodermos
Os Echinodermatas (gr. echinos, espinhos + derma, pele) constituem um dos filos mais facilmente reconhecíveis do Reino Animal.Incluem as bem conhecidas estrelas-do-mar, pepinos-do-mar, ouriços-do-mar, serpentes-do-mar, bolachas-da-praia e lírios-do-mar.Todos são animais grandes e nenhum é parasita ou colonial.
Praticamente todos têm hábitos bentônicos e são permanentemente presos ao fundo oceânico ou se movem lentamente sobre o substrato.São peculiares entre os animais por não apresentarem cabeça, terem um esqueleto interno, larvas bilaterais que sofrem metamorfose para animais adultos de simetria radial.Todos os equinodermas são marinhos e são comuns e abundantes em todos os oceanos do mundo.
Características Gerais
Revestimento e proteção
A epiderme simples recobre o esqueleto e os espinhos (quando presentes). Os espinhos, que servem como proteção (principalmente no ouriço-do-mar), são bem alongados e às vezes providos de glândulas venenosas. Algumas espécies possuem ainda pequenas pinças (pedicelárias) que servem para defesa e para manter sempre limpa a superfície do corpo.
Sustentação e locomoção
Possuem endoesqueleto de placas calcáreas móveis (articuladas) ou fixas, freqüentemente com espinhos. As placas podem ser macroscópicas, distribuídas pelo corpo, como nos pepinos-do-mar, ou constituir uma carapaça muito resistente, como nos ouriços-do-mar. Nestes animais, a locomoção é lenta e é feita pelos pés ambulacrários e ainda por espinhos movidos por músculos.
Nutrição e digestão
O sistema digestivo é completo, exceto nos ofiúros. As estrelas-do-mar são carnívoras e predadoras, seu alimento preferido são as ostras. Apesar da potente musculatura das ostras, as estrelas-do-mar conseguem abrir-lhe as valvas, introduzir seu estômago e lançar enzimas, ocorrendo um digestão externa. Os ouriços-do-mar alimentam-se de algas, que são trituradas pelos cinco dentes calcários, que formam a lanterna de Aristóteles.
Circulação
Não possuem coração nem mesmo sistema circulatório típico. Existe, porém, um reduzido sistema de canais (canais pseudohemais), com disposição radial, onde circula um líquido incolor contendo amebócitos.
Respiração
A respiração por difusão ocorre no sistema ambulacrário. Além disso, na estrela-do-mar e ouriço-do-mar existem diminutas e ramificadas brânquias dérmicas. Na cloaca do pepino-do-mar existem túbulos ramificados, as árvores respiratórias ou hidropulmões, que acumulam água para as trocas gasosas.
Excreção
Não existe nenhum órgão especializado. Os catobólitos são levados por amebócitos aos pés ambulacrários, hidropulmões ou a qualquer estruturas exposta à água, que os elimina por difusão.
Sistema nervoso
Não há gânglios, mas sim um anel nervoso próximo à região oral, de onde saem nervos radiais.
Sentidos
Possuem células táteis na superfície do corpo. Na extremidade dos braços das estrelas-do-mar existem células fotorreceptoras.
Reprodução
São animais de sexos separados e de fecundação externa. Os órgãos sexuais são simples, existindo, geralmente, apenas gônadas sem ductos genitais. O desenvolvimento é indireto, aparecendo em cada classe um tipo característico de larva: bipinária (nas estrelas-do-mar), pluteus (ofiúros e ouriço), dolidária (crinóides) e auriculária (pepino-do-mar).
A simetria é bilateral nas larvas, passando a radial nos animais adultos. A reprodução assexuada aparece em algumas larvas que se autodividem; além disso, as estrelas-do-mar e o pepino-do-mar têm a capacidade de regenerar partes perdidas.
Classificação
Classe Crinoidea (Crinóides)
Estes equinodermos semelhantes a flores vivem desde abaixo da linha de maré baixa até profundidades abissais. O corpo é um pequeno cálice em forma de taça, de placas calcáreas, ao qual estão presos 5 braços flexíveis que se bifurcam formando 10 ou mais extremidades estreitas. Alguns possuem um pedúnculo longo, que fixa o crinóide ao fundo do mar . Boca e ânus estão presentes na superfície oral.
Alimentam-se de plâncton e de detritos, colhidos pelos tentáculos e dirigidos à boca pelos cílios. Exemplo: lírio-do-mar.
Classe Echinoidea (ouriços-do-mar e bolachas-da-praia)
Os membros desta classe têm o corpo arredondado (forma: hemisférica ou ovóide, nos ouriços-do-mar; disciforme, nas bolachas-do-mar) sem braços ou raios livres, mas possuem espinhos delgados e móveis.
Em um ouriço-do-mar comum as vísceras estão encerradas em uma carapaça. Cinco áreas (ambulacros), correspondem aos braços da estrela-do-mar, são perfuradas para uma série dupla de pés ambulacrários.
Nas placas há tubérculos baixos, arredondados, nos quais os espinhos se articulam. Entre os espinhos há pedicelárias, as quais mantêm o corpo limpo e capturam pequenas presas. Boca e ânus são centrais, mas em pólos opostos. Ouriços alimentam-se de plantas marinhas, matéria animal morta e pequenos organismos. Bolachas-da-praia alimentam-se de partículas orgânicas da areia ou do lodo através de ingestão direta ou por meio de rede de muco.
Classe Asteroidea (estrelas-do-mar)
As estrelas-do-mar abundam em quase todas as costas marinhas, especialmente em praias rochosas e ao redor de pilares de portos. Várias espécies vivem desde as linhas de maré até profundidades consideráveis na areia e no lodo.
O corpo de uma estrela-do-mar consiste de um disco central e cinco raios ou braços afilados. Na superfície aboral ou superior há espinhos calcários, os quais são partes do esqueleto. Brânquias dérmicas (pápulas) pequenas e moles projetam-se da cavidade do corpo entre os espinhos para a respiração e excreção. Ao redor dos espinhos e pápulas há pedicelárias diminutas em forma de pinça, que mantém a superfície do corpo limpa e também auxiliam na captura de alimento. O ânus é uma abertura diminuta próxima ao centro da superfície aboral e nas proximidades do madreporito. A boca está no centro da superfície oral, ou inferior. Um sulco ambulacrário mediano, orlado de espinhos, estende-se ao longo da superfície oral de cada braço e dele protaem muitos pés ambulacrários. Na ponta de cada braço há um tentáculo táctil e uma mancha ocelar, sensível a luz.
As estrelas-do-mar alimentam-se de moluscos, crustáceos e vermes tubícolas. Algumas alimentam-se de matéria orgânica em suspensão. Animais pequenos e ativos, mesmo peixes, ocasionalmente podem ser capturados pelos pés ambulacrários e pedicelárias e levados à boca. Quanto à reprodução, óvulos e espermatozóides são postos na água do mar, onde ocorre a fecundação. A clivagem é rápida, total, igual e indeterminada. A larva originada possui simetria bilateral e passa por diferentes fases. Estrelas-do-mar sofrem acidentes na natureza e podem soltar um braço (autotomia) quando manuseadas rudemente, mas os braços regeneram-se prontamente.
Classe Ophiuroidea (ofiúros)
Os ofiúros têm um disco pequeno, arredondado, com 5 braços distintos, longos, delgados, articulados e frágeis. No braço há um ramo do sistema ambulacrário. Os pés ambulacrários são ventrolaterais, sem ventosas. Eles são sensitivos, auxiliam na respiração e podem levar alimento à boca. Não há pedicelárias e brânquias dérmicas. Todos os órgãos digestivo e reprodutores estão no disco. A boca fica no centro da superfície oral. Não ha ânus.
Vivem desde água rasa a profunda, algumas vezes, escondendo-se embaixo de pedras ou plantas marinhas ou no lodo e areia, tornando-se ativos à noite. Movem-se por movimentos serpenteantes rápidos. Alimentam-se de pequenos crustáceos, moluscos e outros animais e detritos do fundo; podem servir de alimentos a peixes. Ex.: serpente-do-mar.
Classe Holothuroidea (Holotúrias)
Em oposição aos outros equinodermos, as holotúrias têm o corpo delgado, alongado em um eixo oral-aboral. A boca é circundada por 10 a 30 tentáculos que são modificações de pés ambulacrários bucais encontrados em outros equinodermos. Algumas holotúrias apresentam 2 zonas longitudinais de pés ambulacrários na região dorsal, de função táctil e respiratória. O lado ventral tem tipicamente três zonas de pés ambulacrários, com ventosas, que servem para a locomoção.
As holotúrias movem-se como lesmas no fundo do mar ou cavam no lodo ou areia da superfície deixando somente as extremidades do corpo expostas, quando perturbadas, contraem-se lentamente. O alimento é de material orgânico dos detritos do fundo, que é empurrado para a boca ou de plâncton aprisionado em muco nos tentáculos. As holotúrias frequentemente são os invertebrados dominantes nas partes mais profundas dos oceanos e muitos taxa são restritos a águas profundas. Ex.: pepino-do-mar.
Cordados
Os cordados, diferentemente dos outros animais, possuem notocorda. É a única estrutura de um animal capaz de superar o poder da armadura exoesqueletal dos artrópodes, talvez perdendo apenas para a própria coluna vertebral, que é uma evolução da notocorda.
Alguns tipos de cordados conseguem evoluir suas notocordas para o estágio de coluna vertebral, tornando-se então a zelite do Reino Animal e de toda a Biologia, conseqüentemente. Trata-se dos vertebrados, o principal subfilo dos cordados. Quanto aos outros subfilos, eles costumam ser solenemente ignorados pelos livros, afinal não representam nada para o mundo e nem mesmo o Greenpeace ou o Ibama notariam uma possível extinção dentro deles. E este artigo não pretende ser diferente.

Digestão

O início do processo digestivo se dá na boca, com a mastigação. A trituração e umidificação do alimento, (com o auxílio da saliva) o transforma em bolo alimentar. É nesta etapa do processo que se inicia a quebra do amido, um tipo de açúcar (carboidratos).
A faringe (pequeno tubo comum ao aparelho digestivo e respiratório) está junta a ossos e cartilagens que auxiliam na deglutição (ato de engolir).
Depois de passar pela faringe, o alimento se desloca por um tubo alongado e muscular chamado esôfago. O bolo alimentar é empurrado pelo esôfago por meio dos movimentos peristálticos, que nada mais são que contrações musculares.
Ao final do esôfago encontra-se o estômago, o órgão mais popular quando o assunto é digestão, que tem formato de bolsa. No estômago começa a quebra das proteínas e gorduras.
Logo depois do estômago, está a porção duodenal do intestino delgado. (Todo o aparelho digestório pode ser tido como um grande tubo contínuo, porém alargado em algumas porções). No intestino delgado é continuada a quebra das proteínas e carboidratos, além da absorção dos mesmos pelo organismo.
Na seqüência dos órgãos, o intestino delgado é seguido do intestino grosso. Nele é feita a boa parte da absorção da água que existe nos alimentos. É também no intestino grosso que o bolo alimentar vai se transformando em fezes, que é todo o material não absorvido pelo organismo e que será eliminado.
Chegamos ao final do processo digestivo: depois do intestino grosso, as fezes passam pelo reto, um canal que se abre no ânus, orifício por onde as fezes serão eliminadas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário